Pouse o mouse sobre as estrelas do menu.
![]() |
Meus Registros |
|
Observatório |
|
|
Endereços Úteis |
|
|
Na Prática |
|
|
Diversos |
|
| Mapa da Página | |
| Página do ZECA |
![]()
|
|
Nascimento, vida e morte de um fóton.
A luz do Sol e, por extensão, de todas as estrelas, nasce no seu interior, na fornalha nuclear que gera toda energia da estrela. Vamos acompanhar o nascimento de um fóton, sua viagem pelo interior do Sol, sua libertação para o espaço exterior e as surpresas que vierem pelo caminho.
O fóton nasce de uma reação de fusão nuclear que ocorre no centro do Sol. Prótons, que podemos dizer são núcleos de hidrogênio, são unidos para formar núcleos de hélio. Nesta reação são liberados fótons. No Sol, a cada segundo 600 milhões de toneladas de hidrogênio são transformadas em 596 milhões de toneladas de hélio, a diferença, 4 milhões de toneladas, são transformadas em energia luminosa segundo a famosa equação E=mc2. Imaginem 4 milhões de toneladas de matéria sendo transformada em energia a cada segundo!
Uma vez que o fóton nasce desta reação ele começa um longo caminho para a superfície do Sol. Neste caminho ele encontrará muitos obstáculos, os átomnos que estão se espremendo no interior do Sol, e por isso ele será rebatido para todos os lados fazendo um zigue-zague que retarda sua viagem em um milhão de anos até atingir a superfície do Sol. Neste momento o nosso viajante se liberta do seu labirinto e se joga no espaço vazio. Segue sua viagem em linha reta em direção ao infinito. Onde irá ele parar? A resposta é: em qualquer lugar. Neste ponto podemos imaginar vários destinos:
1 - Ele segue para o infinito sem nunca encontrar obstáculo.
2 - Ele encontra um corpo negro e é absorvido gerando calor.
3 - Ele é refletido por alguma superfície de um objeto qualquer e muda de direção.
Vamos escolher esta última hipótese. Imaginemos que o nosso fóton se dirige para um planeta, digamos para Saturno. Saturno está a 1429400000 km do Sol, o fóton viajando a 300000km/s chegará lá em apenas 4765 segundos ou 1 hora, 19 minutos e 25 segundos - quase nada comparando com a sua viagem anterior. Chegando lá, vamos imaginar que ele se choque com uma pequena partícula de poeira que está circulando ao redor de Saturno formando seus anéis. Imaginemos também que ao se relfetir nesta partícula ele tome uma nova direção, rumo a outro planeta do sistema solar. Naquela data específica, este outro planeta estaria a 1291 mmilhões de km de Saturno ou seja 1 hora, 11 minutos e 47 segundos-luz. Mais esta breve viagem e o fóton encontra outra superfície e é refletido, a partir daí numa sucessão extremamente rápida em apenas 37 bilhonésimos de segundo ele encontra uma terceira superfície refletora, é desviado ao aravessar meios transparentes e finalmente é absorvido e morre. Vamos passar em câmera lenta estes últimos bilhonésimos de segundo. A segunda superfície refletora (a primeira foi a partícula de poeira do anel de Saturno) era um espelho parabólico, a terceira um pequeno espelho plano, o meio transparente eram lentes de uma ocular e a última superfície em que o fóton bate e "morre" absorvido é uma célula da retina do olho de um ser humano. Mais de um milhão de anos viajando para nas últimas horas e frações de segundos o fóton (juntamente com muitos outros "irmãos" viajantes) provocar reações químicas na retina de um obsevador que por isso consegue ver os anéis de Saturno através de um telescópio, por exemplo.
Quando olhamos para o céu de dia e mais especialmente à noite estamos recebendo zilhões de fótons na nossa retina. Cada um deles partiu de uma simples reação de fusão de dois prótons no núcleo de uma estrela qualquer, demorou milhões de anos para se libertar e viajou pelo frio vazio do espaço por um tempo que pode variar de poucos minutos (quando olhamos o nosso Sol), milhares, milhões ou bilhões de anos, quando são gerados em outras estrelas e galáxias. Todos estes fótons de origens tãos diversas acabam por simplesmente sensibilizar a nossa retina para que possamos ver estas maravilhas do céu.
José Serrano Agustoni [Zeca]
|
para Eventos Astronômicos |
![]() |
Das utopias
Do meu livro de visitas:
Marga - 25/02/2002"
Mário Quintana
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!
"Oi zeca! Achei ótimo seu site, já havia imaginado que seria interessante, depois da aula de astronomia em Xangri-lá, tanto que a meninada passou o resto do veraneio comentando sobre constelações e estrelas. Obrigada pela aula de Astronomia.
|
Um grupo de astrônomos amadores ou simplesmente
|
|
"Bólidos" Este pedido é extendido para toda a população divulgue e colabore.
|
|
contendo as novidades da minha página? Então entre para a turma.
|
| Astronomos Amadores Brasileiros |
|
Next |
Previous |
Rand |
List Sites Next 5 | Previous 5 | Join | Stats |
| Astronomos Amadores Brasileiros made possible by CrickRock Webrings. |
visitas desde 20/06/2001 - atualizado em 27/10/2007.
!!! Melhor visualizado em 800x600 ou acima !!!
Os textos e imagens destas páginas podem ser copiados sem autorização prévia desde que seja
mencionado o meu nome (© José Serrano Agustoni [Zeca]) como autor e seja colocado
um link para esta página (http://planeta.terra.com.br/lazer/zeca/astronomia).
Agradeceria também se fosse enviado um email para mim: zeagustoni(a)terra.com.br