Considerada universalmente como símbolo da
fecundidade, ascensão, imortalidade e vitória. Jung apresenta-a como símbolo
da alma.
Segundo a mitologia, está ligada à deusa
da terra e da fertilidade, associando-se aos campos de cereais, lugar preferido
dessa planta. Na mitologia grega, a figura da noite era adornada com essa flor,
e Morfeu, deus do sonho, também era representado por ela. A sua cor avermelhada
representa a ressurreição. Foi uma flor considerada de muita importância na
Antiguidade. Dela obtém-se o ópio.
Na China, é um símbolo de riqueza e honra,
devido ao seu porte e sua cor vermelha. Mas também, pela cor vermelha, é
associada ao rubor nas faces, manifestação exterior do sentimento de vergonha.
O pessegueiro em flor é, em razão da sua
floração precoce, um símbolo da primavera. Na China, pelo sentido de renovação
e fecundidade, é o símbolo do casamento. No Japão, as festas celebradas em
honra às flores do pessegueiro evocam as noções de pureza e fidelidade,
simbolizando por isso a virgindade. O pessegueiro é também o símbolo da
imortalidade.
Produz uma profusão de flores os mais ricos
coloridos.
Na tradição chinesa, o pinheiro forma, com
a ameixeira e o bambu, “os três irmãos” porque se conservam verdes no
inverno. Freqüentemente, são representados juntos. Árvores e flores
simbolizam, na maioria das vezes, longevidade e fertilidade. No Japão, é
utilizado (junto com o cipreste) na construção dos templos e confecção dos
instrumentos ritualísticos. E também sinal de bom agouro, Simboliza, na
literatura, o amor, a felicidade conjugal.
No
Ocidente, é símbolo da verdade manifesta.
Também chamada de buganvília e três-marias,
apresenta muitas variedades, com o porte de trepadeira, arbusto ou árvore.