Trepadeira de flores perfumadas, de várias
cores, que florescem no verão.
De um modo geral, as várias espécies e
variedades possuem flores grandes, de cores variadas, que florescem entre julho
e setembro.
Apresenta flores longas pendunculadas,
basilares, corola campanuluda com cinco ou seis estames ( semelhante ao lírio).
São atribuídas virtudes mágicas a esta planta, por ter raízes quem lembram
uma figura humana. Segundo algumas interpretações, é uma imagem da alma em
seu aspecto negativo. Conta-se que a raiz, ao ser arrancada da terra, gritava e
gemia, de tal forma que quem a tivesse arrancado ficava louco de horror ou
morria.
Planta chamada também de bonina; suas
flores abrem às quatro horas da tarde e fecham de manhã.
Na mitologia romana, a ninfa Belides
transformou-se nesta flor para escapar do assédio do deus da vegetação e das
árvores frutíferas. Uma lenda inglesa conta a história de uma fada que
alimentava o filho adotivo de um rei com comidas preparadas com margaridas, para
que ele nunca crescesse, conservando sua inocência infantil. A margarida é
conhecida também como a flor do oráculo dos enamorados, no jogo “bem me
quer, mal me quer...”.
No simbolismo maçônico, está ligada á
segurança ou, em sentido mais amplo, à certeza de que a morte é uma
metamorfose do ser e não uma destruição total.É um símbolo da magnificência
e do poder.
Segundo uma antiga lenda islâmica, um anjo
foi expulso do Paraíso por amar uma mortal, e, para ser perdoado, deveria
plantar miosótis por todo o mundo, tarefa impossível de cumprir. Sua amada
prometeu ajuda-lo, e o seu grande amor e sacrifício comoveram Alá, que lhe
concedeu a imortalidade e permitiu que os dois amantes entrassem no Jardim do Éden.
Já na Europa, conta a lenda que um cavaleiro, passeando com sua amada, tentou
colher uma flor, mas caiu no rio e foi levado pela correnteza. Antes que fosse
tragado pelas águas, atirou a flor à amada, dizendo-lhe “não me esqueças”;
essa lenda inspirou o outro nome da flor: não-te-esqueças-de-mim.
Ou mirto. Apresenta flores brancas aromáticas. Consagrada pelos gregos a
Afrodite, deusa da beleza, do amor e da fecundidade. Seu templo era rodeado por
um bosque de murta. Simboliza também, o nascimento e a ressurreição.