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"Ser  feliz  sem  motivo  é  a  mais  autêntica  forma  de  felicidade." - Carlos Drummond de Andrade

 

 

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MARINGÁ / PR

MATINHOS E CAIOBÁ / PR

FLORIANÓPOLIS / SC

 

Textos do autor também no:

RECANTO DAS LETRAS

 

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MINI-POEMA

INVASÃO

O amor faz a gente invadir...

Invadir a vida alheia,

A alma alheia...

Sempre na procura de algo mais.

BEM

 Quando se quer, se tem;

 Quando se tem, se quer bem!

 

PEDRO e SUELI

FLORIANÓPOLIS / SC

"O importante é o que importa, pois o que importa é o importante"

Prof. Pedro César Alves, o Pece - filosofando

 

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DESTAQUE

 

      SAUDADE DE VOCÊ

         A vida proporciona momentos inesquecíveis. Momentos de puro prazer - o prazer de estar com o outro.

         Apesar de todos os problemas, a saudade é uma "coisa" (nem sei se "coisa" é o termo adequado) que dói muito. A saudade faz lembrar do outro ser querido com um nó na garganta; faz reviver  atos e fatos; faz viajar no tempo - e cada tempo com sua história.

          Lembranças de hoje, de ontem, de sempre - sempre serão lembranças que a saudade, mesmo a gente não querendo, traz à tona. E, quando aparecem, machuca. Às vezes nem queremos olhar para trás, mas nesse exato momento olhamos - lembramos! E, ao olhar, às vezes nos desmoronamos. Desmoronamos porque vivemos tal fato e a memória, às vezes, não aceita - aliás, não aceitamos os resultados. Reviver / lembrar é sofrer duas, três, quatro... vezes!

          A saudade de hoje me faz escrever estas poucas linhas. A saudade revoltante que trago hoje junto a mim - e não é de hoje - me mata, me acaba aos poucos. Mas a cada dia tento viver - e não mais vegetar. A saudade - esta mesmo que me mata, também me dá coragem de encarar a realidade: de continuar vivendo.

          Viver na busca de um ideal; na busca da felicidade - esta existe? Saudade... Fechando essas poucas linhas, saudades de você, de você - Carol!               

          01 de Setembro de 2008.

 

 

CORAÇÃO APERTADO

           Meu coração está apertado. Meu coração está apertado, mas tão apertado que não tenho vontade de viver. Em determinadas horas me pergunto: por que ainda vivo?

            Lá dentro, bem lá no fundo, no meu íntimo sinto a sua falta. Melhor, a falta deles. Voltando à pergunta do parágrafo anterior ("por que ainda vivo?"), seria eu  - eu mesmo - incapaz de acabar comigo mesmo? Levo, pois, uma vida sem sentido - trabalhando contra o relógio chamado "tempo" - que é o meu maior inimigo; além, é claro, da minha santa ignorância. Esta, a minha santa ignorância, me mata! Esta, a minha santa ignorância, não me deixar viver em comunhão com os meus. Vivo ausente. Vivo ausente da vida.

            Sem vontade de viver, levo a vida - ou ela me leva. Creio que está mais para a segunda: a vida me leva. Manhã, tarde e noite: trabalho. Trabalho. Aliás, o trabalho ainda é - pelo menos pra mim - uma fonte de fazer o tempo passar (além, é claro, de ajudar no meio de sobrevivência).

             Muitos me rodeiam. Muitos me querem o bem. E eu, o que faço? Não sei retribuir: não sei! Sinto que não sei...

             Meu coração, com tudo isso, ainda teima em viver: a vida me levando...

30 de Setembro de 2008.

        

CARTAS

CARTA 21 - 28/07/2008 

CARTA 20 - 13/07/2008

CARTA 19 - 08/07/2008

CARTA 18 - 22/06/2008

CARTA 17 - 31/03/2008

CARTA 16 - 06/02/2008

CARTA 15 - 25/10/2007

CARTA 14 - 04/09/2007

CARTA 13 - 09/08/2007

CARTA 12 - 18/06/2007

CARTA 11 - 08/05/2007

CARTA 10 - 26/04/2007

CARTA 09 - 17/04/2007

CARTA 08 - 02/04/2007

CARTA 07 - 23/12/2006

CARTA 06 - 26/09/2006

CARTA 05 - 22/09/2006

CARTA 04 - 22/08/2006

CARTA 03 - 21/08/2006

CARTA 02 - 14/08/2006

CARTA 01 - 13/08/2006