|
HOME PAGE PROFESSOR PECE ARAÇATUBA / SP
|
||||
|
LINKS
Como "eu" - meu carro: "13"!
Textos do autor também no:
Se você quiser receber as atualizações desta página avise-me, por favor, por e-mail.
*** MINI-POEMA INVASÃO O amor faz a gente invadir... Invadir a vida alheia, A alma alheia... Sempre na procura de algo mais. BEM Quando se quer, se tem; Quando se tem, se quer bem! |
PEDRO e SUELI
FLORIANÓPOLIS / SC "O importante é o que importa, pois o que importa é o importante" Prof. Pedro César Alves, o Pece - filosofando
TRABALHO LÍNGUA PORTUGUESA E LITERATURA Arcadismo
ESCREVA-ME MSN - alceppe@itelefonica.com.br - MSN
DESTAQUE
SAUDADE DE VOCÊ A vida proporciona momentos inesquecíveis. Momentos de puro prazer - o prazer de estar com o outro. Apesar de todos os problemas, a saudade é uma "coisa" (nem sei se "coisa" é o termo adequado) que dói muito. A saudade faz lembrar do outro ser querido com um nó na garganta; faz reviver atos e fatos; faz viajar no tempo - e cada tempo com sua história. Lembranças de hoje, de ontem, de sempre - sempre serão lembranças que a saudade, mesmo a gente não querendo, traz à tona. E, quando aparecem, machuca. Às vezes nem queremos olhar para trás, mas nesse exato momento olhamos - lembramos! E, ao olhar, às vezes nos desmoronamos. Desmoronamos porque vivemos tal fato e a memória, às vezes, não aceita - aliás, não aceitamos os resultados. Reviver / lembrar é sofrer duas, três, quatro... vezes! A saudade de hoje me faz escrever estas poucas linhas. A saudade revoltante que trago hoje junto a mim - e não é de hoje - me mata, me acaba aos poucos. Mas a cada dia tento viver - e não mais vegetar. A saudade - esta mesmo que me mata, também me dá coragem de encarar a realidade: de continuar vivendo. Viver na busca de um ideal; na busca da felicidade - esta existe? Saudade... Fechando essas poucas linhas, saudades de você, de você - Carol! 01 de Setembro de 2008.
|
CORAÇÃO APERTADO Meu coração está apertado. Meu coração está apertado, mas tão apertado que não tenho vontade de viver. Em determinadas horas me pergunto: por que ainda vivo? Lá dentro, bem lá no fundo, no meu íntimo sinto a sua falta. Melhor, a falta deles. Voltando à pergunta do parágrafo anterior ("por que ainda vivo?"), seria eu - eu mesmo - incapaz de acabar comigo mesmo? Levo, pois, uma vida sem sentido - trabalhando contra o relógio chamado "tempo" - que é o meu maior inimigo; além, é claro, da minha santa ignorância. Esta, a minha santa ignorância, me mata! Esta, a minha santa ignorância, não me deixar viver em comunhão com os meus. Vivo ausente. Vivo ausente da vida. Sem vontade de viver, levo a vida - ou ela me leva. Creio que está mais para a segunda: a vida me leva. Manhã, tarde e noite: trabalho. Trabalho. Aliás, o trabalho ainda é - pelo menos pra mim - uma fonte de fazer o tempo passar (além, é claro, de ajudar no meio de sobrevivência). Muitos me rodeiam. Muitos me querem o bem. E eu, o que faço? Não sei retribuir: não sei! Sinto que não sei... Meu coração, com tudo isso, ainda teima em viver: a vida me levando... 30 de Setembro de 2008.
CARTAS
|
||